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Dados Gerais
Galeria dos Prefeitos

Em primeiro de janeiro de 1939, Nova Odessa foi elevada a categoria de Distrito de Paz, do Munic�pio de Americana, na gest�o do prefeito Antonio Zanaga. O primeiro sub-prefeito de Nova Odessa foi Azil Martins.

Sub-Prefeitos Per�odo
Azil Martins 1939-1940
Ferr�cio Humberto Gazzetta 1941-1947
Alexandre Bassora 1948-1951
Ferr�cio Humberto Gazzetta 1952-1955
Pedro Abel Jankovitz 1956
Isidoro Bordon 1957-1959

Em trinta e um de dezembro de 1958, o Distrito de Nova Odessa foi elevado a Mun�cipio.
O Governador do Estado de S�o Paulo era J�nio Quadros.
A tr�s de outubro de 1959, realizaram-se as primeiras elei��es municipais.
Foram eleitos Alexandre Bassora prefeito e Fernando de Freitas Crissi�ma, vice-prefeito, que tomaram posse em primeiro de janeiro de 1960.

Prefeitos Per�odo
Alexandre Bassora 1960-1963
Arthur Rodriguez Azenha 1964-1969
Ferr�cio Humberto Gazzetta 1969-1973
Sim�o Welsh 1973-1977
Manoel Samartim 1977-1982
Sim�o Welsh 1983-1988
Manoel Samartim 1989-1992
Sim�o Welsh 1993-1996
Jos� M�rio Moraes 1997-2000
Sim�o Welsh 2001-2004
Manoel Samartin 2005-2008
Manoel Samartin 2009-2012
Benjamim Bill Vieira de Souza 2013-2016
Funda��o - N�cleo Colonial Nova Odessa, decreto n� 1286

No dia vinte e quatro de maio de 1905, pelo decreto n� 1286, foi criado o N�cleo Colonial de Nova Odessa.
Este marco que determina a funda��o da nossa cidade. Antes disso, estas paragens denominavam-se Pombal e faziam parte de v�rias fazendas e s�tios, cortados pelos trilhos da Compahia Paulista.

Sem a menor d�vida, o fundador de Nova Odessa foi Carlos Jos� de Arruda Botelho, de quem partiu a iniciativa de aqui estabelecer um n�cleo habitacional. O nome de Nova Odessa foi por ele determinado e sob a sua �gide, criaram-se as condi��es que permitiram a forma��o do nosso munic�pio.

Durante a sua gest�o de quatro anos como Secret�rio da Agricultura, do Estado de S�o Paulo, n�o s� estabeleceu o n�cleo colonial, como tamb�m providenciou a vinda dos imigrantes europeus. Planejou tanto a zona rural como a parte urbana, acompanhando com interesse pessoal a instala��o e o desenvolvimento do n�cleo que fundou.

Emancipa��o Pol�tica - 31/12/1958 - Lei n� 5.121

H� longo tempo a popula��o de Nova Odessa ansiava pela independ�ncia do Distrito.
Via nisso o meio de desenvolver a comunidade, sempre dependente de Americana para qualquer decis�o.Os l�deres locais come�aram a fazer gest�es para a nossa emancipa��o pol�tica.

Constituiu-se uma comiss�o que reuniu documentos e elaborou o processo para esse fim.
Seu presidente foi o Padre Aur�lio Vasconcelos de Almeida. Entre outros, contribu�ram diretamente para esse evento, Pedro Abel Jankovitz, Sidney de Souza Almeida, James Leroy Vaughan, Ant�nio Fernandes Gon�alves, Atayde Gomes, Anibal Franklin de Azevedo, Ant�nio Deleg� e outros.

Essa comiss�o teve a felicidade de escolher, como padrinho de causa, o Dr. Ruy de Almeida Barbosa, na �poca presidente da Assembl�ia Legislativa de S�o Paulo, que em tudo ajudou e facilitou para que Nova Odessa passasse a Munic�pio. No dia dos debates, o deputado Torloni foi contra a eleva��o, por Nova Odessa n�o ter n�mero necess�rio de habitantes para se qualificar a munic�pio.

Como alternativa, solicitava-se que a Prefeitura de Americana fornecesse uma certid�o de que Nova Odessa tinha exatamenrte os oito mil habitantes necess�rios, o que n�o era verdade. Essa certid�o foi conseguida, assinada por L�zaro Rodrigues Azenha, vice-prefeito (nascido em Nova Odessa), que interinamente estava substituindo o Prefeito Abrahim Abraham.

A trinta e um de dezembro de 1958, pela Lei Estadual n� 5.121, Nova Odessa � elevada a Munic�pio. Em dezoito de fevereiro de 1959, pela lei estadual n� 5.285, estabeleceram-se as divisas do nosso munic�pio. Em primeiro de janeiro de 1960, � instalado o Munic�pio de Nova Odessa e dada posse �s autoridades municipais, pelo juiz de direito da Comarca de Americana, Dr. Agnaldo Santos.

Padroeira - Nossa Senhora das Dores

Comemora-se no dia 15 de Setembro, o Dia da Padroeira.

O terreno onde se encontra a Igreja Matriz de Nova Odessa foi doado pelo governo em cinco de janeiro de 1915.Em tr�s dezembro de 1916, inaugurou-se a Capela de Nossa Senhora das Dores, pertencente � Par�quia de Americana. As imagens de Nossa Senhora das Dores e de S�o Sebasti�o, que vieram da Espanha foram doadas por Francisco de Toledo e ficaram na casa de Amp�lio e Alice Gazzetta at� a data da inaugura��o.

Os primeiros padres que deram assist�ncia a Nova Odessa foram os p�rocos de Villa Americana. Tamb�m vinham padres de Limeira, Rio Claro e Campinas. S�o lembrados os padres D�rio de Moura, Ed�lio Soares, Victor Rando�, Epif�nio Estevam, Augusto Casagrande, Frederico Vettore, Luiz Benevenutto e outros.

Em vinte de dezembro de 1948, a capela de Nossa Senhora das Dores de Nova Odessa foi elevada � categoria de Par�quia, desmembrando-se da Par�quia de Santo Antonio de Americana, ficando anexada � Diocese de Campinas.

O Padre Casimiro Gomes de Abreu foi nomeado Vig�rio ec�nomo, em vinte e dois de agosto do mesmo ano, permanecendo at� vinte e tr�s de janeiro de 1949 , quando foi substitu�do pelo padre Valdomiro Pires Martins. A nove de outubro de 1949, a par�quia foi assumida, provisoriamente, pelo padre Jos� Giordano, p�roco de Sumar�.

A primeiro de julho de 1951, tomou posse das fun��es paroquiais o padre Aur�lio Vasconcelos de Almeida, que assim permaneceu por 28 anos. Ap�s a cria��o da par�quia, foram sendo feitas novas amplia��es na Igreja Matriz, que se inaugurou em vinte e sete de setembro de 1953, com a presen�a do bispo diocesano, Dom Paulo de Tarso Campos.


Antiga Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores
Etnia

Europeus (italianos, espanh�is, portugueses, alem�es)
Russos (letos que tamb�m eram considerados russos, moravam na Let�nia ent�o prov�ncia da R�ssia)

Durante tr�s s�culos o Brasil viveu quase que exclusivamente de m�o de obra escrava, de origem africana. No in�cio do s�culo passado, ativou-se um movimento mundial de rep�dio a escravid�o, que viria � modificar toda a estrutura de trabalho no mundo ocidental.

O Brasil, em 1870, era o �nico pa�s do Ocidente que ainda n�o abolira a escravatura. Dentro deste contexto , o governo brasileiro come�ou a incentivar a vinda de imigrantes estrangeiros, n�o s� para substituir o "bra�o escravo", mas tamb�m para apressar o desenvolvimento da agricultura no seu imenso e pouco explorado territ�rio.

Sempre que algum fator pol�tico, econ�mico ou social afetava outros pa�ses ou regi�es, originando um movimento emigrat�rio, o Brasil procurava atrair esse fluxo para as suas terras. Assim vieram os sui�os-alem�es, os alem�es, os norte-americanos, os italianos, poloneses, russos, h�ngaros, letos e outros.

Em 1904, quando Carlos Botelho assumiu a Secretaria da Agricultura, era pol�tica vigente a cria��o de n�cleos coloniais para imigrantes de mesma origem �tnica. O governo tinha por normas comprar terras de particulares dividindo-as em lotes, para que fossem vendidas aos imigrantes, a prazo de cinco anos.

Nessa �poca a maior imigra��o era de italianos. Para exemplificar a import�ncia que tinha o movimento de imigrantes, citamos o fato do governo da It�lia come�ar a dificultar a emigra��o para o Brasil, canalizando-a para as suas possess�es na �frica. Carlos Botelho convidou o Consul da Espanha para visitar os n�cleos coloniais e as terras dispon�veis, com vistas a atrair imigrantes espanh�is, o que logo conseguiu em grande escala.

Isso criou tal ambiente na It�lia que obrigou o governo italiano a considerar sua decis�o e a levantar as restri��es impostas. No caso de Nova Odessa, deu-se o fato de estar havendo um grande movimento migrat�rio na R�ssia, em raz�o de graves conturba��es pol�ticas e sociais. Como resultado dos reveses militares da guerra ruusso-japonesa (1904/1905), agrava-se a situa��o interna da R�ssia. Milhares de fam�lias russas abandonam o pa�s e espalham-se por toda a Europa.

Muito emigram para os Estados Unidos. Carlos Botelho logo instruiu seu auxiliar e amigo Augusto Ferreira Ramos (que estava em Nova York em miss�o do governo), para estudar a possibilidade de canalizar parte desse movimento para o Brasil. Em 13 de abril, Augusto Ramos assinava contrato com a companhia de navega��o Royal Steam Packet Company. E em maio j� chegavam a Santos e a Nova Odessa (Pombal) os primeiros imigrantes russos.

Limites e Localiza��o

O Munic�pio de Nova Odessa � limitado pelos de Sumar� (Sul), Paul�nia (Leste), Americana (Norte) e Santa B�rbara D'Oeste (Oeste). Situa-se entre as cidades de Americana e Sumar�, a noroeste da capital do Estado. Dista por rodovia: S�o Paulo 120 Km ; Campinas, 22 km; a Via Anhanguera cruza o munic�pio a 7 Km da cidade.

Dist�ncias
De At� Km
Nova Odessa S�o Paulo 119
Campinas 22
Piracicaba 43
Limeira 37
Bras�lia 959
Americana 5
Sumar� 6
Aeroporto de Viracopos 40
Porto de Santos 200
Vias de Acesso

Via Expressa que liga Nova Odessa a Americana;
Avenida Amp�lio Gazzetta em Nova Odessa ligando a Sumar� com a Avenida Rebou�as;
Via Expressa que liga Nova Odessa a Sumar�;
Acesso � Rodovia Lu�z de Queiroz(SP-3O4) pela Via Expressa que liga Nova Odessa a Americana;
Estrada Vicinal Rodolfo Kivitz que liga Nova Odessa a Santa B�rbara D' Oeste;
Estrada J�lio Mauerberg que liga Nova Odessa com a Via Ahanguera Km 119 (SP-330).

Superf�cie

�rea total do Munic�pio - 73,298 Km2

Popula��o

45.625 habitantes de acordo com Contagem da Popula��o feito pelo IBGE em 2007.

Clima e Solo

Clima tropical e semi-�mido, com inverno seco e vento sudeste.
Temperatura oscilando entre m�nima de 10�C e m�xima de 35�C; m�dia 26�C umidade de 76%.
A precipita��o pluviom�trica � de 1.317,1mm/ano.
Em Nova Odessa aparecem os seguintes tipos de solos: latossolo vermelho escuro, orto argiloso e areno argiloso.

Topografia e Hidrografia

Relevo suavemente ondulado, com declividades fracas e encostas longas.
A altitude m�dia � de 540m do n�vel do mar, latitude - 47" 19' 51" oeste e a longitude - 22" 47' 20" sul.
O munic�pio estende-se at� a represa do Rio Atibaia.
Os principais cursos de �gua s�o: Ribeir�o Quilombo, com 10 metros de largura (afluente do Rio Jaguari). C�rregos: da Fazenda Foguete, da Fazenda Santo Angelo, dos Lopes, S�o Francisco (divisa com Sumar�), Capoava, Palmital (divisa com Sumar�) e Recanto (divisa com Americana).

Economia

O munic�pio de Nova Odessa, se caracterizava de praticamente 90% da m�o de obra voltada para o ramo da Ind�stria T�xtil.
Com o decorrer dos anos, esse quadro vem se modificando, mantendo os mesmos n�veis de emprego e gerando a vinda de novas empresas atrav�s de algumas particularidades, como localiza��o, mananciais de �gua, rodovias pr�ximas, m�o de obra, etc.
Muitos desses recursos gerados pela pr�pria administra��o.
Alguns setores se instalaram no munic�pio tais como: Metalurgia (fundi��o), Pl�stico, Ind�stria Qu�mica, Laborat�rios.

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